Documento interno. Preço de tabela R$ 3.900/mês · piso de negociação R$ 3.500 · contrato de 6 meses, sem taxa de instalação · decisão do plano até 02/10/2026.
Variante A — clínica com secretária

A conta da variante A, aberta linha a linha

O serviço que a casa passa a vender para clínicas que já têm secretária: o que é, quanto o cliente paga, quanto sai por mês e quanto sobra. Toda soma está aberta, e cada linha diz se é número verificado ou estimativa.

Ver como funciona na prática
00

O que tem aqui dentro

Da explicação do serviço até a conta aberta. As seis primeiras respondem o que é; as dez seguintes, quanto custa e quanto sobra.

01

O problema que o médico tem hoje

Antes de qualquer número: é este buraco que a casa vende para tapar.

Uma pessoa manda mensagem no WhatsApp da clínica às nove da noite de um sábado. A secretária só vê na segunda de manhã. Quando responde, a pessoa já marcou em outro lugar — quem procura médico raramente escreve para um consultório só.

Outra pergunta o preço, recebe o valor e some. Ninguém volta nela. Três dias depois ela não lembra mais do nome da clínica.

Isso não é desleixo da equipe. A secretária atende o telefone, atende a recepção, atende o paciente que está de pé na frente dela — e ainda o WhatsApp. Lembrar de quem sumiu há três dias é a primeira coisa que cai do dia. Qualquer pessoa no lugar dela faria igual.

E há um terceiro buraco, que é o mais caro: no fim do mês ninguém sabe quantas pessoas procuraram a clínica. Nem quantas foram respondidas, nem quantas marcaram. O médico paga anúncio e não tem como saber o que aconteceu depois que a mensagem chegou.

Não é suposição — é o que os clientes da casa respondem

Um médico da carteira, perguntado quantos dos 19 contatos de agosto viraram consulta: "Ele não sabe dizer."

Outro, perguntado sobre a contagem de conversas que chegam à recepção: "Não tenho como saber."

Os três buracos, em uma linha cada

  1. Quem escreve fora do horário não é respondido — e vai embora.
  2. Quem pergunta o preço e some não recebe retorno — e é esquecido.
  3. Ninguém conta nada — e por isso ninguém sabe o que está funcionando.
02

O que a gente vende

A frase que resume tudo, para poder ser repetida sem consultar o documento.

Uma assistente automática no WhatsApp da clínica, que responde na hora, tira as dúvidas e entrega a pessoa pronta para marcar — mais o site do consultório, o retorno de quem some e um painel onde o médico acompanha os números.

São quatro entregas, e elas só funcionam juntas:

O que o cliente recebe, e qual dos três buracos cada peça tapa.
A entregaO que é, em portuguêsTapa qual buraco
A assistenteUm atendente automático ligado ao WhatsApp do consultório. Responde sozinho, a qualquer hora, e se apresenta como assistente na primeira mensagem.O de não responder fora do horário
O site do consultórioUma página com o que a clínica atende, quem atende, onde fica e como marcar. É por ela que o anúncio passa antes de levar a pessoa ao WhatsApp.O de não saber de onde a pessoa veio
O retorno de quem someMensagens combinadas que voltam em quem perguntou e sumiu, com assunto novo a cada vez — nunca a mesma cobrança repetida.O de ninguém voltar em quem sumiu
O painel do médicoUma tela com os números do mês, que ele abre quando quiser e no período que quiser.O de ninguém contar nada
A diferença entre as duas variantes, já no começo

Variante A — clínica com secretária. A assistente conduz a conversa até o ponto de marcar e entrega para a secretária, que confirma o horário de verdade e fecha o agendamento.

Variante B — consultório sem secretária. Não há para quem entregar: a própria assistente marca o horário na agenda, sozinha, dentro de regras que o médico assina antes. É a outra variante; este documento é o da A.

Em miúdos — o que NÃO se promete

Não se promete paciente. O contrato promete atendimento: resposta na hora, informação certa, retorno em quem some e um retrato do mês. Quantidade de paciente depende da agenda do médico, do preço dele e da praça — coisas que não estão na nossa mão, e prometer isso seria vender o que não se controla.

03

As peças por trás, e o que cada nome significa

Os nomes que vão aparecer na fatura e nas conversas internas, cada um explicado uma vez.

GoHighLevel, ou GHL

É a plataforma que a casa assina, e é onde tudo roda: a assistente que responde no WhatsApp, o CRM com as fichas, as automações que disparam as mensagens e a base que alimenta o painel do médico. É um programa só, contratado uma vez pela agência.

E é a linha de custo maior. O ponto que importa para a conta: a casa paga UMA assinatura e atende VÁRIAS clínicas dentro dela. Cada clínica ganha um espaço separado, que não enxerga o das outras. É por isso que o segundo e o terceiro cliente custam tão pouco a mais — eles entram no mesmo prédio, só ocupam outro apartamento.

CRM

É a sigla de gestão de relacionamento com o cliente, e em português direto significa: uma ficha para cada pessoa que procurou a clínica, e a etapa em que ela está. Chegou · foi respondida · recebeu o preço · marcou · compareceu.

Hoje isso não existe em nenhuma clínica da carteira. As conversas moram numa caixa de mensagens de celular: chegam, sobem, descem e somem. Ninguém consegue olhar e dizer quantas pessoas estão paradas em cada etapa.

É o CRM que torna possível responder "quantos viraram consulta" — a pergunta que hoje nenhum médico da carteira sabe responder.

Automação

É uma regra escrita uma vez e executada sozinha, para sempre. Do tipo: "se a pessoa recebeu o preço e não respondeu em 48 horas, mande esta mensagem". É o que faz o retorno de quem some acontecer sem depender de alguém lembrar — que é justamente o que falha hoje.

O painel

É uma tela construída pela casa, fora da plataforma, que lê os números do CRM e os mostra para o médico. Ele abre pelo celular ou pelo computador, escolhe o período e vê os números. É por isso que o médico pode acompanhar tudo sem nunca entrar no sistema.

Como isso se liga à conta de custos

Cada peça acima aparece como uma linha na tabela da seção 9: o plano da assistente, a linha de WhatsApp, o processamento das conversas, as mensagens enviadas e os avisos que alimentam o painel. Nenhuma linha daquela tabela é abstrata — cada uma corresponde a uma das coisas descritas aqui.

04

Como funciona, do começo ao fim

A jornada inteira de uma pessoa, do clique no anúncio até depois da consulta.

Antes da consulta

  1. A pessoa vê o anúncio e clica.
  2. Cai no site do consultório, onde vê o que a clínica atende, quem atende e onde fica. Dali vai para o WhatsApp com um toque. O anúncio passa pela página de propósito: é assim que se sabe de qual anúncio veio cada pessoa.
  3. A assistente responde na hora — de madrugada, no fim de semana, no feriado. Ninguém espera o expediente abrir.
  4. Ela pergunta o que precisa saber: qual unidade, particular ou convênio, se é a primeira vez, que turno a pessoa prefere. Uma pergunta por mensagem, nunca um interrogatório.
  5. Informa o preço por escrito, sempre — para não ficar combinado de boca. Se a pergunta vier em áudio, ela não tenta interpretar: encaminha para a equipe ouvir.
  6. Na hora de marcar, ela entrega para uma pessoa. Monta um resumo com tudo que já foi combinado — o que a pessoa quer, o que já foi informado de preço, que turno ela prefere — e passa para a secretária. A assistente não marca horário nenhum. Quem confirma a agenda é a clínica.

Quando a assistente chama uma pessoa

Ela não decide se o caso merece — cinco situações disparam sozinhas:

  1. A pessoa falou do que sente: qualquer menção a sintoma, dor, doença, exame ou remédio.
  2. A conversa chegou ao preço e a pessoa não disse não — é o momento em que se marca, e o momento em que se perde.
  3. A pessoa pediu para falar com alguém, repetiu a mesma pergunta ou mandou áudio.
  4. A pessoa já é paciente da casa: retorno, resultado, receita, remarcação.
  5. A pessoa falou em urgência ou em piora.

Mais dois freios de tempo: seis mensagens sem chegar ao preço, ou trinta minutos de conversa aberta sem concluir. Nos dois casos, passa.

Como a clínica é montada

Monta-se uma clínica-modelo completa — o texto da assistente, o quadro de etapas, as automações, os modelos de mensagem, o painel. Cada clínica nova é uma cópia dela.

Troca-se o nome do médico, o endereço e os horários, os preços e o que cada consulta inclui, e o número de WhatsApp. O resto vem pronto. O primeiro cliente paga a construção da clínica-modelo; do segundo em diante é troca de conteúdo — e é isso que impede o trabalho de crescer sem fim.

O que muda para a clínica, na prática

O número de WhatsApp continua o mesmo, no mesmo aparelho. No dia da virada, os computadores conectados àquele número caem uma vez e são reconectados em cinco minutos, lendo o código de novo — o mesmo que já se faz ao trocar de computador. A recepção segue atendendo pelo navegador. A secretária ganha ainda uma lista onde vê quem está esperando por ela, coisa que o WhatsApp não mostra.

05

O retorno de quem some: as três réguas

É o coração do produto — o buraco número 2 da primeira seção, resolvido por regra escrita e não por memória de ninguém.

São três réguas diferentes, para três momentos diferentes. Todas rodam sozinhas, e todas precisam ser aprovadas inteiras pelo médico antes de a primeira mensagem sair — é o nome dele que aparece na conversa.

Régua 1 — quem perguntou e sumiu

Para quem nunca respondeu, são no máximo 4 mensagens. Sobem a 6 para quem chegou a responder e depois sumiu — e as duas últimas só saem se houver notícia real para dar.
ToqueQuandoO que precisa conterCusto
12 horas depois, no mesmo diaA pergunta que ficou sem resposta, reformuladaR$ 0,00
2Dia seguinteQuem atende, formação e registro, onde e em que dias atende, o que a consulta incluiR$ 0,05
3Dia 3As três dúvidas administrativas: particular ou convênio, formas de pagamento, prazo para conseguir horárioR$ 0,05
4Dia 6Abriu horário no turno que a própria pessoa pediu — só sai se for verdadeR$ 0,05
5Dia 11Encerramento do atendimento, e como reabrirR$ 0,05
6Dia 41Uma notícia administrativa nomeada: atendimento em outra cidade, mudança na forma de pagamento, entrada de convênio — sem notícia, não saiR$ 0,05
Em miúdos — por que 11 dias, e não 90

A régua anterior espalhava os toques por 90 dias, com um retorno só no dia 30. Não funciona: trinta dias depois a pessoa não lembra mais do que se tratava, e a mensagem chega como abordagem fria.

O esforço foi concentrado nos 11 dias em que a pessoa ainda lembra — que é quando ela ainda está decidindo. O toque do dia 41 continua existindo, mas só com notícia de verdade: ele deixou de ser calendário e virou consequência de um fato.

Régua 2 — para a pessoa não faltar

  1. Confirmação na hora em que o horário é fechado: data, hora, endereço e o que levar. Custo zero, porque sai dentro da conversa viva.
  2. Lembrete 48 horas antes, com opção de confirmar ou remarcar.
  3. Lembrete 3 horas antes, curto, com a localização.

Quem marca com menos de 48 horas de antecedência pula o primeiro lembrete. Pedido de remarcação cancela os seguintes e vai direto para uma pessoa. Custo: cerca de R$ 0,10 por compromisso.

Régua 3 — depois da consulta

No dia seguinte e uma semana depois, abrindo espaço para dúvida sobre a orientação que o médico deu. Depois disso, o retorno de exame ou a revisão saem só na data que o próprio médico determinar.

Data clínica quem decide é ele, nunca a assistente. E aqui a assistente envia mas não conversa: qualquer resposta do paciente vai direto para uma pessoa, sem a máquina ler nem guardar.

O custo das três réguas juntas

R$ 13,20 por clínica por mês, no volume de 95 conversas mensais. É a quarta linha da tabela de custos da seção 9. As mesmas mensagens em categoria promocional custariam R$ 100,32 — e, mais importante que o preço, seria a categoria que gera denúncia. Denúncia não derruba a mensagem: derruba o número da clínica inteiro. Por isso nenhuma mensagem promocional entra em régua nenhuma.

06

O que a assistente nunca faz

Os limites ficam escritos e assinados pelo médico antes de a primeira mensagem sair.

Nada de assunto clínico

Não opina sobre sintoma, não diz se o caso é urgente, não indica tratamento e não diz nem se o caso é da especialidade do médico — isso parece informação de balcão e é julgamento clínico disfarçado. Ela informa o que a clínica atende, e para aí.

Nada de promessa

Não promete resultado, não compara o médico com outro profissional, não dá desconto por conta própria. O conselho de medicina proíbe esse tipo de anúncio, e a punição não cai na casa — cai no registro do médico.

Nada de dado de saúde guardado

Quando a pessoa começa a contar o que sente, a assistente para na hora e passa para a equipe. Não repete, não resume e não guarda em ficha nenhuma o que foi dito. Essa é a abertura mais comum em medicina — e é a situação em que a máquina tem menos o que fazer.

Quando se desliga tudo

O critério fica combinado antes de ligar, não depois do problema:

  • Uma única frase de assunto clínico ou uma promessa de resultado: a assistente sai do ar no mesmo dia.
  • Uma denúncia no WhatsApp, ou queda na qualidade do número: desliga tudo, inclusive as mensagens de retorno.
  • Mensagem enviada a quem pediu para parar: desliga as mensagens automáticas; o atendimento continua.

Nas duas primeiras semanas, todas as conversas são lidas uma por uma. Depois, uma amostra todo mês.

07

Quem acessa o quê

Três pessoas, três níveis. O médico não entra no sistema em cenário nenhum.

Quem toca o quê, depois que tudo está no ar.
QuemO que acessaO que NÃO acessa
O médicoO painel, e só. Abre quando quiser, escolhe o período — a semana, o mês, os últimos 90 dias — e vê quantos chegaram, quantos foram respondidos, quantos receberam preço e quantos marcaram.Não entra no sistema. Não vê conversas, automações, modelos de mensagem nem configuração.
A secretáriaA lista de conversas, e nada além dela. Vê quem está esperando uma pessoa, assume a conversa e marca o agendamento em um clique.Não vê relatório, não mexe em configuração nem em automação, não chega nos modelos de mensagem.
A casaO sistema inteiro: conversas, fichas, quadro de etapas, automações, modelos de mensagem e histórico.Acesso completo — é o instrumento de trabalho dela.

As três travas do painel do médico

  1. Mostra contagem e etapa, nunca conteúdo de conversa nem dado de saúde. O que o paciente escreveu não entra em tela nenhuma.
  2. Nenhuma tela diz que a campanha gerou consulta. O painel mostra o que foi contado, não o que foi causado.
  3. O tempo de resposta da assistente não aparece como tempo de atendimento. Máquina responde em segundos, e isso não é a clínica atendendo rápido.

A terceira importa mais numa tela do que num relatório: no painel o número aparece grande e sem contexto, e "8 segundos" vira orgulho falso em dois dias.

A condição de venda desta variante

A clínica precisa ter alguém disponível para assumir a conversa no mesmo turno. Sem isso, a assistente entrega a pessoa pronta e ela fica esperando — que é exatamente o problema que se foi vender para resolver.

Em miúdos — por que o cliente fica

Quando um cliente sai hoje, ele leva tudo: a conta de anúncios é dele, os criativos são dele, o WhatsApp é dele. A casa é substituível por desenho.

Aqui, o número de telefone e o endereço do site continuam sendo da clínica — isso é correto e não se negocia. Mas o site montado, o texto da assistente, o histórico organizado, os modelos aprovados e o painel vivem na conta da casa. Quem sai leva o telefone e volta a ter uma caixa de mensagens onde tudo se perde.

08

Quanto o cliente paga

Um número só por mês, e o motivo de não haver taxa de instalação.

O que o cliente vê na proposta. Não existe cobrança de entrada.
ItemPreço de tabelaPiso de negociação
MensalidadeR$ 3.900,00R$ 3.500,00
Taxa de instalaçãoR$ 0,00R$ 0,00
Prazo6 meses6 meses
Total do contratoR$ 23.400,00R$ 21.000,00

Por que a taxa de instalação sumiu — e por que ela não sumiu da conta

Havia uma cobrança de instalação de R$ 2.400, paga à parte no começo. Ela foi eliminada da proposta porque virava objeção na mesa: o médico ouvia dois números e travava no primeiro.

Em miúdos — o que é "diluir na mensalidade"

A montagem continua existindo e continua custando. O que mudou foi quando ela é cobrada: em vez de sair numa nota no começo, foi dividida pelos 6 meses do contrato e somada à mensalidade.

R$ 2.400 ÷ 6 = R$ 400 por mês. Por isso a mensalidade subiu de R$ 3.500 para R$ 3.900. O contrato inteiro soma exatamente o mesmo de antes: antes, 6 × R$ 3.500 + R$ 2.400 = R$ 23.400. Agora, 6 × R$ 3.900 = R$ 23.400.

Fato — nesta variante a conta fecha exata

A montagem desta variante custa R$ 2.400, os mesmos R$ 2.400 que foram diluídos. O acréscimo de R$ 400 na mensalidade cobre a montagem inteira, sem sobra e sem falta.

09

Quanto sai por mês, linha a linha

Cinco linhas, cada uma ligada a uma peça da seção 3, com periodicidade e origem do número.

Custo direto de cada clínica atendida. Não inclui a assinatura fixa da casa, que está na seção 12, nem o trabalho de gente, que está na seção 13.
LinhaO que éPeriodicidadeOrigem do númeroValor
Plano da assistenteA cota de respostas automáticas daquela clínica, dentro da plataformamensal, por clínicaPreço de tabelaR$ 266,19
Linha de WhatsAppA conexão do número do consultório ao sistemamensal, por clínicaPreço de tabelaR$ 53,24
Processamento das conversasO custo de a assistente ler e escrevermensal, por usoEstimativaR$ 2,73
Mensagens das três réguasO retorno de quem some e os lembretes de consulta (seção 5)mensal, por usoEstimativaR$ 13,20
Avisos que alimentam o painelCada evento do sistema que abastece a tela do médicomensal, por usoEstimativaR$ 30,35
Custo mensal por clínicaR$ 365,71
Em miúdos — por que "por uso" importa

Três das cinco linhas não são preço de tabela: variam conforme a clínica é movimentada. Uma clínica com o dobro de conversas gasta mais nessas três.

Os valores acima foram calculados sobre 95 conversas por mês, que é o volume medido na única clínica da carteira que tem essa contagem. É uma observação só — não é média de mercado nem média da carteira.

Verificado

As duas primeiras linhas, que somam R$ 319,43 — 87% do custo — são preço de tabela lido na plataforma, com o dólar a 5,1438 e o imposto de 3,5% do cartão internacional já somados. Elas não variam com o movimento da clínica.

10

Quanto sobra

A subtração inteira, nas duas pontas de preço. Primeiro sem a assinatura fixa da casa, depois com ela.

Por cliente, por mês. A conta é a mesma nas duas colunas; só muda o preço cobrado.
ContaA R$ 3.900A R$ 3.500
Mensalidade recebidaR$ 3.900,00R$ 3.500,00
− Custo mensal da clínica (seção 9)− R$ 365,71− R$ 365,71
− Montagem diluída (seção 8)− R$ 400,00− R$ 400,00
Sobra por clienteR$ 3.134,29R$ 2.734,29
R$ 3.134,29

por cliente, por mês, no preço de tabela.
No piso de negociação: R$ 2.734,29.

Descontando a assinatura fixa da casa

Acima de tudo isso existe a assinatura da plataforma, que a casa paga exista cliente ou não: R$ 516,41 por mês. Ela não é por clínica — é do escritório, e atende todas.

Com a assinatura inteira jogada sobre o primeiro cliente, que é a leitura mais dura possível.
ContaA R$ 3.900A R$ 3.500
Sobra por clienteR$ 3.134,29R$ 2.734,29
− Assinatura fixa da casa− R$ 516,41− R$ 516,41
Resultado com um cliente sóR$ 2.617,88R$ 2.217,88
A resposta à primeira pergunta que se faz

Um cliente já paga a estrutura inteira, nas quatro combinações

Duas variantes × duas pontas de preço = quatro combinações. Em todas as quatro, o primeiro cliente cobre a assinatura da casa e ainda sobra.

A pior delas — variante B, vendida no piso de R$ 3.500, e ainda cobrando uma hora de trabalho da casa — deixa R$ 1.192,47 por mês. Não existe cenário em que o primeiro contrato dê prejuízo.

11

Como se compara com a outra variante

O número da outra ao lado, para não precisar abrir os dois documentos.

As duas variantes, no preço de tabela. A diferença está no custo, não no preço.
Conta por clienteVariante A
com secretária
Variante B
sem secretária
MensalidadeR$ 3.900,00R$ 3.900,00
− Custo mensal− R$ 365,71− R$ 617,64
− Montagem diluída− R$ 400,00− R$ 510,50
Sobra por clienteR$ 3.134,29R$ 2.771,86

A B se sustenta sozinha, mas rende menos pelo mesmo preço

As duas são viáveis nas duas pontas — o ponto de equilíbrio da B é R$ 2.307,53, bem abaixo até do piso de R$ 3.500. Ninguém está vendendo no prejuízo.

Mas pelo mesmo preço a B rende R$ 362,43 por mês a menos, porque custa mais para montar e mais para operar. Em 6 meses, são R$ 2.174,58 de diferença por cliente.

Para a B valer o mesmo que a A, teria de ser vendida a R$ 4.262,43. Não é recomendação de preço — é a medida exata do que a variante custa a mais.

Em miúdos — por que a B custa mais

Na A, a assistente para no ponto de marcar e entrega para a secretária. Na B não há secretária: ela conduz até o fim e escreve na agenda sozinha.

Isso custa em dois lugares: mais conversa (ela fala mais, e cada resposta consome cota) e mais montagem (ligar e testar a agenda antes de qualquer paciente ser marcado).

12

Quantos clientes pagam a estrutura

Um. E a partir do terceiro a assinatura da casa sobe um degrau.

Verificado

A assinatura fixa da casa é R$ 516,41 por mês. A sobra do primeiro cliente desta variante é R$ 3.134,29 no preço de tabela. Um cliente cobre a estrutura com folga de R$ 2.617,88.

Resultado acumulado da casa, no preço de tabela, conforme entram clientes desta variante.
ClientesSobra somadaAssinatura da casaResultado
1 clienteR$ 3.134,29− R$ 516,41R$ 2.617,88
2 clientesR$ 6.268,58− R$ 516,41R$ 5.752,17
3 clientesR$ 9.402,87− R$ 1.581,18R$ 7.821,69
Em miúdos — por que a assinatura triplica no terceiro

A assinatura de entrada comporta até 2 clientes. O terceiro obriga a subir para a seguinte, de R$ 1.581,18 — um degrau de R$ 1.064,77 por mês. É a mesma lógica do prédio da seção 3: o terceiro apartamento exige um prédio maior.

O degrau é pago pelo próprio cliente que o dispara, e no mesmo mês em que ele entra: o terceiro traz R$ 3.134,29 e o degrau custa R$ 1.064,77. A regra é não assinar o degrau antes de o contrato estar assinado.

13

O que a casa assume de trabalho

O trabalho de gente não está em nenhuma tabela anterior. Aqui está — com a ressalva de que ele nunca foi medido.

A montagem, feita uma vez por cliente

  1. Levantar a folha de preços do consultório: cada consulta, cada exame, o que está incluso.
  2. Escrever e colher a assinatura do que a assistente pode e não pode dizer.
  3. Criar o espaço daquele consultório na plataforma, copiado da clínica-modelo, e conectar o WhatsApp.
  4. Escrever a assistente daquele consultório: o que ela diz, em que ordem, e quando para.
  5. Montar o quadro de etapas do CRM e as automações das três réguas.
  6. Submeter à aprovação os modelos de mensagem, e esperar a liberação.
  7. Construir o site do consultório e ligar os caminhos de origem.
  8. Construir o painel de números do médico.
  9. Ler as conversas anteriores, para saber de onde a clínica está partindo.
  10. Ler todas as conversas das duas primeiras semanas depois de ligar, uma por uma.

O trabalho que se repete todo mês

  • Ler uma amostra das conversas e corrigir a assistente.
  • Acompanhar os números e conversar com o médico quando algo sai da faixa.
  • Cuidar dos anúncios, que é o que a casa já faz hoje.

Quanto tempo isso toma por mês, ninguém mediu. Está na seção 15.

A ressalva mais importante desta seção

Os R$ 2.400,00 de montagem não são custo apurado

São o que o preço arbitrado comporta. A conta foi feita ao contrário: partindo do valor, quantas horas ele paga?

R$ 2.400,00 ÷ R$ 662,98 por hora = 3,62 horas. Se a montagem levar mais que 3,62 horas, a diferença sai da margem — e ninguém cronometrou nenhuma montagem até hoje, porque nenhuma foi feita.

14

O que pode dar errado, e quanto custa

O risco concreto é o cliente cancelar antes do sexto mês. A montagem já foi feita e o dinheiro dela não volta.

Como a montagem passou a ser cobrada dentro da mensalidade, ela só é paga por inteiro quando o contrato chega ao fim. Se o cliente sai antes, sobra um saldo que a casa gastou e não recebeu.

Quanto da montagem fica descoberto se o cliente cancelar no fim de cada mês. Valores desta variante.
Cancela no fim doA R$ 3.900A R$ 3.500
mês 1R$ 2.000,00R$ 2.400,00
mês 2R$ 1.600,00R$ 2.400,00
mês 3R$ 1.200,00R$ 2.400,00
mês 4R$ 800,00R$ 2.400,00

Dois pontos desta tabela que não são óbvios

Um. No desenho antigo, com a instalação cobrada em duas parcelas no começo, o risco zerava no mês 2: o dinheiro já estava no caixa. Agora ele se estende por todo o contrato. Trocou-se objeção de venda por exposição de caixa — e a troca tem este tamanho.

Dois. Na coluna do piso de R$ 3.500, a perda nunca diminui: é a mesma no mês 1 e no mês 4. O motivo é que nesse patamar nenhuma parcela da montagem está sendo cobrada — os R$ 400 que amortizariam não existem no preço.

Recomendação

Cláusula de saída com multa igual ao saldo não amortizado

É o que transforma a tabela acima em número contratual, e não em prejuízo.

  • No preço de tabela: multa decrescente de R$ 400 por mês — começa em R$ 2.000,00 e acompanha exatamente a coluna da esquerda.
  • No piso de negociação: multa fixa de R$ 2.400,00 durante todo o contrato, porque nada foi amortizado.

Sem cláusula, cada cancelamento no primeiro mês custa quase a margem de um cliente inteiro.

15

O que ainda não se sabe

Duas lacunas, ditas de frente. Nenhuma impede vender; as duas mudam a conta se vierem diferentes.

Lacuna 1 · as horas de montagem nunca foram medidas

Zero observações, em 30 de 30 contas da casa

Ninguém cronometrou nenhuma montagem, porque nenhuma foi feita. Os R$ 2.400,00 desta variante não são custo apurado — são o que o preço arbitrado comporta, que dá 3,62 horas.

E há um agravante honesto: o painel do médico entrou no escopo depois de o preço ter sido fixado. Se ele levar duas horas para construir, consome R$ 220,99 por cliente por mês — quase metade da montagem diluída desta variante.

Plano: cronometrar a primeira montagem de ponta a ponta, antes de o segundo contrato ser assinado. Uma medição resolve, e ela é de graça: basta anotar.

Lacuna 2 · quantas respostas cada conversa consome

Decide o custo da variante B, e por tabela a comparação entre as duas

A assistente tem uma cota mensal de respostas dentro da plataforma. Quantas ela gasta por conversa define em qual plano a clínica cabe — e os dois planos diferem em R$ 232,76 por mês.

O efeito na variante B, que é onde isso pesa.
Respostas por conversaCusto mensalSobra a R$ 3.900Distância para a variante A
13 (a suposição usada aqui)R$ 617,64R$ 2.771,86R$ 362,43 abaixo
10R$ 367,42R$ 3.022,08R$ 112,21 abaixo — quase empata

Plano: contar as respostas por conversa na primeira semana de operação. De 20 a 25 conversas já bastam para separar os dois cenários — não é pesquisa, é contagem.

O que NÃO está em dúvida

  • Os preços de tabela da plataforma, que são 87% do custo na variante A: lidos na fonte, com dólar e imposto somados.
  • A aritmética deste documento inteiro: todas as somas e subtrações estão abertas nas tabelas e podem ser refeitas na calculadora.
  • Que um cliente paga a estrutura nas quatro combinações de variante e preço, inclusive na pior delas.
16

O que precisa ser decidido

Cinco condições. Enquanto não forem resolvidas, o modelo funciona — mas com pontos cegos nomeados.

As cinco condições, com quando cada uma vence. Nenhuma custa dinheiro — custam atenção.
#O que precisa ser resolvidoQuando
1Cláusula de saída com multa igual ao saldo não amortizado da montagem, nos dois patamares de preço.Antes do primeiro contrato assinado
2Contar as respostas por conversa na primeira semana de operação, para fechar a lacuna 2.Primeira semana do primeiro cliente
3Cronometrar a montagem e o painel de ponta a ponta, para fechar a lacuna 1.Antes do segundo contrato
4Confirmar que a assinatura de entrada aceita a assistente por clínica. É leitura de documentação, ainda não testada.Antes de mudar o plano, em 02/10
5Testar a agenda — a assistente consegue mesmo marcar sozinha, sem marcar em cima de horário ocupado?Só importa para a variante B

O que muda se nada disso for feito

O modelo continua de pé em dinheiro — nenhuma das cinco condições inverte o sinal de nenhuma conta deste documento. O que elas mudam é o tamanho da margem e o tamanho do risco.

Sem a número 1, um cancelamento cedo custa até R$ 2.400,00. Sem a 2 e a 3, a margem real pode ser menor que a calculada, e ninguém vai saber por quanto. A número 5 não afeta esta variante.

O veredito, em uma linha

Cabe. Um cliente desta variante paga a estrutura inteira da casa e ainda deixa R$ 2.617,88 por mês no preço de tabela. As cinco condições acima não são obstáculos à venda — são o que separa uma margem calculada de uma margem conhecida.

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A proposta que vai ao médico

O texto integral, palavra por palavra, do jeito que o cliente vai receber.

Por que esta seção existe: é o texto exato que o médico vai ler, com o preço escrito e os compromissos que a casa assume por escrito. É aqui que se confere se o que foi explicado nas 16 seções anteriores é o que está sendo prometido ao cliente — se algo divergir, é a proposta que vale, porque é ela que o médico recebe.

Antes de ler, dois avisos

  • Os trechos entre colchetes são campos a preencher, não erro de digitação: [dr(a). sobrenome], [clínica], [especialidade] e [local] são trocados em cada cliente antes do envio.
  • Nada aqui foi resumido. É a reprodução integral do arquivo, com 1504 palavras.

Assunto: O WhatsApp da clínica respondido na hora

O WhatsApp da sua clínica respondido na hora, inclusive de madrugada

[dr(a). sobrenome], segue a proposta para a [clínica].

Eu cuido dos anúncios que levam as pessoas até o WhatsApp da clínica, e do que acontece depois que a mensagem chega. É nesse depois que a clínica perde paciente sem perceber, porque ninguém conta.

O que acontece hoje

A pessoa manda mensagem no WhatsApp da clínica às 21h de um sábado. A secretária só vê na segunda, e a pessoa já marcou em outro lugar. Quem procura [especialidade] em [local] raramente escreve para um lugar só.

Outra pergunta o preço, recebe o valor e some, e ninguém volta nela. Não é desleixo: a secretária atende o telefone, a recepção, o paciente na frente dela e ainda o WhatsApp.

E hoje não existe resposta para a pergunta mais simples: quantas pessoas procuraram a clínica, e quantas marcaram.

O que passa a acontecer

Eu instalo uma assistente no WhatsApp da clínica. Ela é automática e se apresenta como assistente na primeira mensagem, para ninguém achar que está falando com a secretária.

  • Toda mensagem recebe resposta imediata, inclusive às 2h da manhã, no fim de semana e no feriado. Dúvida de horário, endereço, pagamento e do que a clínica atende é resolvida na hora, e o preço, quando informado, vai sempre por escrito, para não ficar combinado de boca. Áudio ela não tenta interpretar: encaminha para a sua equipe, que ouve e responde. No ponto de marcar, ela entrega a conversa para a sua secretária com tudo que já foi dito.
  • Quem começa falando do que sente é acolhido e encaminhado para a sua equipe, porque assunto clínico não se trata por mensagem automática.
  • Uma página do consultório, feita por mim, com o que a clínica atende, quem atende, onde fica e como marcar. Os botões de contato dela caem na mesma conversa, então todo mundo que procura a clínica para no mesmo lugar. E é por ela que o anúncio passa: quem clica chega na página e de lá vai para o WhatsApp. Faço assim porque é o que me deixa dizer qual anúncio trouxe qual pessoa; quando o anúncio joga direto no WhatsApp, a conversa chega sem pista nenhuma de onde nasceu. Custa um pouco de volume, porque todo passo a mais perde gente no caminho, e é uma troca que eu escolho: prefiro saber de onde vem o seu resultado.
  • Quem pergunta e some recebe retorno, e o esforço fica concentrado nos 11 dias em que a pessoa ainda lembra do que se trata. Quem nunca respondeu recebe no máximo 4 mensagens partindo da clínica nesses 11 dias. Quem chegou a responder e depois sumiu pode receber até 6, e as duas últimas só saem se houver notícia de verdade para dar, como um horário que abriu no turno que a própria pessoa pediu: sem notícia, a mensagem não existe, e ninguém inventa assunto para cumprir cota. No primeiro mês o teto é 4 para todo mundo, e as outras 2 só entram depois. O motivo é simples: aquele número de WhatsApp é da clínica, mensagem demais derruba o número, e é o seu número que eu estou protegendo. Antes da consulta são três avisos: a confirmação na hora em que o horário é marcado, um lembrete 48 horas antes e outro 3 horas antes; quem marca em cima da hora pula o de 48 horas. Depois da consulta, um contato no dia seguinte e outro uma semana depois, abrindo espaço para dúvida sobre a orientação que você deu. Retorno de exame e revisão saem só na data que você determinar, porque data clínica quem decide é você. Quem pedir para não receber mais não recebe mais, e isso encerra tudo na hora. Essa régua sai no seu nome: ou você aprova ela inteira, ou ela não roda.
  • Um painel com os números, num endereço só seu. Você abre no computador ou no celular, escolhe o período (a semana, o mês, os últimos 3 meses) e vê quantas pessoas procuraram a clínica, quantas foram respondidas, quantas receberam o preço e quantas marcaram. Essa última depende da marca do item 3 abaixo; sem ela, o painel mostra as 3 primeiras. E ele traz números, nunca o conteúdo das conversas: o que o paciente escreveu fica entre ele e a clínica.

O que a assistente nunca faz

O nome que aparece nessa conversa é o seu, então os limites dela ficam escritos e aprovados por você antes da primeira mensagem sair:

  • Não opina sobre sintoma, não diz se o caso é urgente, não indica conduta e não diz se o caso é da sua especialidade.
  • Não promete resultado, não compara você com outro profissional e não dá desconto por conta própria.
  • Não repete, não resume e não guarda em ficha nenhuma o que a pessoa contar do que sente.

Nas 2 primeiras semanas eu leio todas as conversas, uma por uma, e depois uma amostra todo mês. No dia em que eu identificar um desvio, desligo a assistente e o WhatsApp volta a ser só da sua equipe.

O que eu preciso da clínica

São 3 coisas, e a terceira é a que faz as outras valerem:

  1. Ler um QR code com o celular, uma vez. O número é o mesmo, o aparelho é o mesmo e a secretária continua respondendo pelo WhatsApp de sempre. No dia da virada os computadores conectados naquele número caem uma vez, e a secretária reconecta o WhatsApp Web lendo o código outra vez, o mesmo que ela já faz quando troca de computador. São cinco minutos, e a recepção segue atendendo pelo navegador como sempre. A única exceção é o programa do WhatsApp que se instala no Windows, diferente de abrir no navegador: esse não volta, e é bom você saber por quê. Mensagem enviada por ali não entra no sistema, some do histórico e não aparece no seu painel. Quem usa esse programa passa a usar o navegador, e tudo volta a aparecer. Naquele número também saem do ar os grupos, as chamadas de voz e vídeo e as mensagens temporárias e de visualização única.
  2. Me passar, uma vez, os preços e o que está incluso em cada consulta e exame. Sem isso a assistente não fala de valor, e é no valor que a conversa morre.
  3. Responder no mesmo turno quando a assistente entregar alguém pronto para marcar, e, assim que o horário for confirmado, marcar isso na lista de conversas, em um clique. A assistente entrega a pessoa pronta; quem marca o horário é a clínica, e é esse clique que me deixa contar quantas marcaram, sem depender de ninguém lembrar de escrever nada no meio do atendimento. Para isso eu preciso de um e-mail da secretária, para criar o acesso dela. Ela abre a lista de conversas e nada mais. Não vê relatório, não mexe em configuração nem em automação e não chega nos modelos de mensagem. E você continua sem precisar entrar em nada, porque o que você acompanha é o painel.

Investimento

  • Implantação: R$ 2.400, em 2 parcelas. A primeira na assinatura, a segunda quando eu terminar a leitura das 2 primeiras semanas.
  • Mensalidade: R$ 3.500, contrato de 6 meses. São 6 porque o primeiro mês é quase todo instalação e leitura.
  • A verba dos anúncios é à parte, vai direto para o Google e para o Facebook, e quem define o valor é você.

A implantação é o trabalho do primeiro mês, que não se repete:

  • construir a página do consultório e ligar os botões de contato dela à mesma conversa;
  • conectar o WhatsApp e reunir num lugar só todas as conversas, com o nome de cada pessoa e onde parou;
  • escrever com você o que a assistente pode e não pode dizer, e deixar assinado antes dela atender;
  • ler as conversas que a clínica já teve e separar quem veio por anúncio de quem veio por indicação;
  • montar o painel com os seus números, no endereço que fica só seu.

A estrutura fica comigo: a página do consultório, o painel, o texto da assistente, o registro das conversas e os modelos de mensagem são mantidos por mim. Você não entra no sistema, e não precisa: o que você acompanha é o painel, na hora que quiser, sem depender de eu te mandar nada. Se o contrato terminar, o número de telefone e o endereço do site continuam sendo da clínica, e a página do consultório, o painel e o resto da estrutura não vão junto.

O que eu prometo aqui é atendimento: resposta imediata, informação certa, retorno em quem sumiu e os números à sua disposição. Número de paciente eu não prometo, e desconfie de quem prometer.

Próximo passo

Me responde que eu te mando o contrato e combino com você a data de início. A instalação começa pela sua folha de preços e pelo que a assistente pode e não pode dizer.

No aguardo.

Alexandre Siqueira